Porto da Ford


O Porto, é o primeiro porto do mundo pertencente a Ford construído pelo governo da Bahia, e é a primeira vez na história que a montadora tem um porto próprio.
Segundo Edson Molina, gerente de logística da América do Sul da montadora, o terminal terá papel importante no escoamento da produção da Ford de Camaçari e servirá também para importação de veículos da marca para o mercado brasileiro. "Hoje, usamos para exportar e importar carros ao porto de Salvador, a 50 km de distância da fábrica. Além da menor distância, não haverá necessidade de passar com caminhões-cegonha pelo centro de Salvador, como ocorre atualmente.
O Terminal Miguel de Oliveira, que é o nome do Porto, fica no Canal de Cotegipe, próximo a Caboto, e tem a capacidade de abrigar 6.024 veículos.
No  primeiro embarque feito neste porto, 1.750 carros fabricados aqui foram enviados ao México. Hoje, na lista das exportações, o Ford EcoSport lidera com 55% enquanto os Fiesta Sedan e Hatch vêm em seguida com 32% e 13%, respectivamente. Todas as operações são controladas por um moderno sistema de radiofrequência capaz de localizar qualquer carro em segundos.Foi mais um presente que a cidade de Candeias recebeu completando nesse ano de 2016, 11 anos de existência do porto, e o mesmo fica bem próximo ao Porto de Aratu, poucos metros apenas.
Com padrões de segurança e qualidade de operações equivalentes aos dos melhores portos do mundo, o Miguel de Oliveira recebe navios de até 200 metros. Ele conta com pátio de 119 mil metros quadrados e capacidade para mais de seis mil veículos, além de um píer exclusivo com 195 metros de comprimento. Para embarque e desembarque dos veículos, há dez baías com rampas onde podem operar até dez caminhões-cegonha ao mesmo tempo.

7 comentários:

  1. E ai cara seu blog ta massa só através de você pude encontrar alguma coisa boa em candeias,valeu filho da terra pelo seu desenho,merece dez um grande abraço Eddy.

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  2. Vlw Eddy, obrigado pelo comentário e por gostar do meu blog tb, realmente a cidade ainda tem alguma coisa boa sim, é que muitos não conhecem e só a ver como uma favela.

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  3. Gilmar gostei muito do seu blog,sempre estou por aqui valeu mesmo.candeias agradesse.

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    1. Vlw Moisés, obrigado pelas visitas, e desculpas pelas poucas atualizações da página, é que o blog é a cara da cidade, parado, rsrs, brincadeirinha é que tô sem tempo e fora da Bahia.

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  4. VIVALDO DO SARANDI5 de julho de 2012 18:43

    NOBRE GILMAR, ESTA LOCALIDADE "O PORTO", ERA CHAMADO DE PONTA DA LAGE "COM G MESMO" PORTO DE ARATU, TRABALHEI MAIS DE 3 ANOS entre 1985 e 1988, NA CONSTRUTORA MENDES JUNIOR, PARTICIPANDO DA CONSTRUÇÃO DAS PLATAFORMAS PCM 14, PAMPO, PARGO 1 E 2 E DA JAQUETA CARAPEBA. JÁ SUBÍ AQUELE MORRO PARECENDO UM BOLO DE NOIVA CORRENDO COM MAIS DE 3200 OPERARIO PARA CHEGAR OMAIS RAPIDO POSSIVÉL NAS FILA DO RANGO.

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  5. Olá amigo Vivaldo, realmente tinha um grande morro aqui mesmo, e muitos conhecem olugar como ponta da lage até o dia de hoje, já subi aquele morro para fotografar o Porto da Ford umas três vezes, foi quando eu conhecí a área de começo, mas hoje proibiram de entrar no local e não pude mais fotografar, mas pra vc deve ter sido bnns tempos em? Rsrs

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  6. Diante da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADFP) apresentada pelo governador Rui Costa (PT) contra a lei municipal da prefeitura e a Câmara Municipal de Candeias que decreta a preservação ambiental da Prainha, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou um parecer pela improcedência do pedido. Por meio de medida cautelar, Rui apontou que a gestão municipal invade a competência do governo federal com o Plano Diretor de Desenvolvimento do Município, que institui a criação de uma Zona Especial Portuária Consolidada para as atividades do Porto de Aratu de Candeias. A norma municipal decreta que nesta zona deverá ser preservada a integridade ambiental da Prainha. Em defesa, a Câmara Municipal de Candeias apontou que a zona em questão não faz parte do Porto Organizado de Aratu e que, portanto, a lei municipal está respaldada (saiba mais aqui). Favorável ao posicionamento da gestão municipal, o titular da PGR defende que a legislação municipal "não usurpa competência privativa da União", como alegado pelo governador do Estado. "Não viola os objetivos fundamentais de garantir o desenvolvimento nacional e reduzir as desigualdades sociais e regionais e o princípio da ordem econômica de redução das desigualdades", justifica Janot, considerando ainda que o governador usou uma "alegação genérica de violação dos direitos à vida e à saúde, sem demonstração de motivos concretos". Leia a íntegra do parecer aqui.

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