ilha do Topete

Ao Norte do distrito de Caboto, e ao Sul do distrito de Passé, à frente da região de Mucunga, está localizada a ilha do Topete, a única ilha existente no município de Candeias. Conhecida também por alguns como Ilha Refúgio das Garças; Fica vizinha à ilha de maré pelo leste, e a ilha possui 16.585 m², sendo que, não é permitido a transição de pessoas estranhas no local, pois aqui está "residindo" uma pessoa de classe alta, o empresário Eduardo Valente, e nos tempos passados, um nativo da ilha de Maré, região bem próxima ao Topete, que tinha por nome Valmir, residia na pequena ilha, onde o mesmo fez uma casa e algumas plantações, passando a morar por um bom no Topete; e foi onde o mesmo passou a fazer negócios com outro morador de ilha de Maré, apelidado por Capuchino, dono de um bar e restaurante, foi quando o Capuchino negociou com o empresário Eduardo Valente, que passou a ser o dono do Topete até o dia de hoje.
Na ilha, existe uma área de eventos para shows e atrações, e num desses eventos, acontece sempre o encontro promovido pela Yacht Brasil da Bahia, de onde o empresário é representante, contando com a presença de 500 a 600 convidados, onde acontece palestras tratando-se de consciência ambiental, onde leva várias pessoas a refletir sobre a preservação do meio ambiente, e como cuidar das praias e verdes, incentivando assim, à coleta seletiva de materiais jogados nas praias, tais como: copos descartáveis, garrafas plásticas, vidros, sacolas plásticas, etc... e Logo após o evento, acontece uma festa contando com  presença de cantores e atores famosos.


O que antes servia de área de extração de frutos do mar para marisqueiros e pescadores da região, hoje esse mesmo lugar encontra-se com um cenário muito bonito, um belo cartão postal, sendo que ainda há algumas pessoas que praticam a pesca ao redor da ilha com seus barcos e canoas, mantendo assim, uma distância segura do local.
Ao visitar a ilha em seu arredor, percebe-se que, preservado ali está o decreto Nº 7.595, do dia 5 de Junho de 1999 pelo Governo da Bahia; onde determina a preservação da mata e das florestas, onde alguns estatutos diz da seguinte forma:
Preservar os remanescentes da floresta ombrófila.
Preservar os manguezais, assegurando a diversidade genética da fauna nativa e seus Processos evolutivos naturais, em especial a avifauna migratória.
Observamos que, ao lado da ilha, entre os manguezais, agrupa-se sempre um conjunto de garças que fez do Topete lugar de descanso e de Reprodução, aproveitando assim, o refúgio existente na ilha.
Como de costume, as garças se formam em conjuntos , e sempre nos fins de tarde, saem voando para os seus esconderijos, e sendo que, um desses esconderijos, encontra-se na ilha do Topete; e Com certeza, esse foi o motivo pelo qual o Empresário passou a chamar a ilha de: Refúgio das Garças!.

6 comentários:

  1. ESTOU APAIXONADA, É O LUGAR PERFEITO PARA A MINHA CERIMÔNIA DE CASAMENTO. LINDA, LINDA!

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  2. Vou comprar essa Ilha,Sou empresário e tenho dinheiro para compra-la.

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  3. É MUITO LINDO DESFRUTAR DAS BELEZAS NATURAIS DA ILHA DO TOPETE QUE POR UM LAÇO AQUÁTICO FAZ PARTE DE ILHA DE MARÉ, O DIFÍCIL É VIVER A REALIDADE QUE O POVO NATIVO VIVE...!!!
    TODOS ESTÃO CANSADOS DE SABER QUE ILHA DE MARÉ É UM GRANDE DESCASO SOCIAL.

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  4. A poluição das águas é qualquer alteração em suas características físicas, químicas e biológicas que possa causar prejuízo à saúde da população, comprometer a fauna e a utilização das águas para usos benéficos. Milhares de rios são poluídos por todo o mundo todos os dias, o que representa um problema socioambiental bastante grave.

    A expansão urbana desordenada, aliada ao desenvolvimento da indústria e das atividades agrícolas são as principais causas da poluição dos rios. As atividades domésticas, industriais e comerciais geram poluentes característicos que influenciam de diferentes formas a qualidade das águas.

    A poluição dos rios pode ser química, física ou biológica. A poluição química é caracterizada por dois tipos de poluentes: biodegradáveis (produtos químicos que são decompostos pela ação de bactérias ao final de um tempo, como detergentes e inseticidas) e persistentes (persistem no meio ambiente e nos organismos vivos, sendo tóxico para estes, como o mercúrio). A poluição física altera as características físicas da água, a principal é a poluição por sólidos. A biológica é a contaminação da água por organismos patogênicos (bactérias, vírus, vermes, etc.).

    Várias são as fontes poluidoras dos rios, entre as quais se destaca o lançamento de esgotos residenciais, industriais e hospitalares não tratados. Esse esgoto aumenta a quantidade de matéria orgânica na água e consome oxigênio em seu processo de decomposição, causando a morte de peixes e outros organismos aquáticos. Além disso, causa mal cheiro e representa um risco a saúde publica, pois é constituído por vários micro-organismos patogênicos.

    Outra fonte poluidora é o depósito de lixo nos rios. Esse lixo é formado por resíduos sólidos, principalmente residenciais e industriais. O lixo vai se acumulando, provoca o assoreamento dos rios e pode chegar ao ponto de não permitir o fluxo da água para locais onde o rio é canalizado, provocando enchentes quando ocorrem chuvas intensas.

    O uso de defensivos agrícolas é a principal causa de poluição dos rios no meio rural. Os agrotóxicos usados acumulam-se no solo e são direcionados aos rios pela água das chuvas, onde intoxicam e matam diversos seres vivos. Os fertilizantes contêm em sua composição nitrogênio e fósforo, que quando atingem os rios provocam o desenvolvimento de uma superpopulação de algas, causando a eutrofização das águas. Esse tipo de poluição também é causado por indústrias de fertilizantes que lançam seus efluentes nos rios.

    No Brasil, quase todos os rios possuem algum tipo de poluição. Entre os mais poluídos estão os rios Tietê, Iguaçu, Ipojuca, dos Sinos, das Velhas e Doce. Algumas possíveis estratégias para evitar e diminuir a poluição dos rios é a implantação de sistemas de coleta e tratamento de esgotos, recuperação e revitalização dos cursos d’água, controle dos usos e ocupação do solo e correto manejo de resíduos sólidos. Além disso, conscientizar a população a respeito dos problemas causados pela poluição dos rios é fundamental.

    Referências
    Magossi, L. R. e Bonacella, P. H. Poluição das águas. São Paulo: Editora Moderna, 1997.

    Arquivado em: Meio Ambiente

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  5. O ecossistema manguezal e a sua importância ambiental - Divididos em mangue-branco, mangue-vermelho e mangue siriúba, o ecossistema ultrapassa as fronteiras dos 162 mil km² pelo mundo. Desse valor, 12% estão concentrados no Brasil. Do Amapá até Laguna, em Santa Catarina, os manguezais estão presentes em cerca de 25 mil km² no país.

    Associado às áreas costeiras, o manguezal pode ser encontrado em margens de baías, barras, enseadas, rios, lagunas, entre outros. Com grandes espécies de crustáceos, peixes e moluscos, o ecossistema é considerado um dos ecossistemas mais produtivos do planeta. Além disso, por se desenvolver em áreas alagadas, o sistema é uma espécie de berçário para muitas espécies de animais.

    Com um solo rico em nutrientes, mas com deficiência de oxigênio, as plantas e arbustos presentes no ecossistema possuem raízes externas, responsáveis por liberar mais oxigênio para o solo. Como característica, elas têm sementes compridas, finas e pontudas.

    Importância para a manutenção da vida

    A importância do manguezal está trelada ao fato do ecossistema ser um dos principais agentes de manutenção da vida no mundo. Além da vegetação impedir grandes erosões no solo, a fauna diversificada presente é de extrema importância social, ambiental e econômica.
    Isso porque os animais são uma fonte significativa de alimentos para as populações humanas, já que os mangues abrigam várias espécies de peixes, além de lontra, sagui, peixe-boi marinho, cobra, crocodilo, lagarto, tartaruga, caranguejo, aranha, mexilhão, minhoca, entre outros. Estima-se que até 95% dos animais que o homem captura no mar sejam produzidos nos mangues.

    A área também estimula as atividades econômicas. Entre as ações que podem ser realizadas nos manguezais estão a pesca esportiva e de subsistência, o cultivo de ostras e de plantas ornamentais, bem como o desenvolvimento do turismo local e promoção da região. É importante ressaltar que essas atividades não degradam o ecossistema.

    No entanto, com a poluição de rios e mares, queimadas, lançamento de resíduos e esgoto, os mangues tem sido afetados nas últimas décadas. E como resultado os pescadores e trabalhadores da região vem enfrentando problemas.
    A fim de preservar os manguezais e, consequentemente, as atividades que os envolvem, o governo incluiu o ecossistema em diversas leis, que o tornaram área de preservação permanente no Brasil.
    Preservação dos Manguezais no ano 2008 - Preservação dos manguezais no novo Código Florestal
    O projeto aprovado pelo Senado define ainda como área protegida a totalidade da área dos manguezais. Carmen Faria e Joldes Ferreira ressaltam a importância dessa proteção: “essas áreas, alvo de enorme especulação imobiliária, apresentam extrema importância ecológica, sendo os manguezais ecossistemas vitais para a sustentabilidade dos recursos pesqueiros e das comunidades que vivem em seu entorno”.
    A produção de camarão e sal poderá ser expandida, desde que a área total ocupada seja de até 10% dos apicuns e salgados existentes em estados do bioma amazônico e de até 35% nos demais estados. Essa regra vale para produções a partir de 2008, uma vez que toda a produção existente até esta data está automaticamente regularizada.
    Eles chamam a atenção no entanto para a permissão que o projeto dá à ocupação habitacional de interesse social, em áreas urbanas consolidadas ocupadas por população de baixa renda, dos mangues que não estejam cumprindo sua função ecológica, ao invés de obrigar à recuperação dessas áreas.

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